CP Cast
O CP Cast é o podcast oficial do Camões-Pinochio, uma escola comprometida com seus alunos e com suas famílias. Você pode esperar ficar mais inteligente e mais bem informado sobre o mundo da educação. Quase toda semana o Diretor Pedagógico, Luciano Nogueira, a Coordenadora Pedagógica Gabriela Rosa e também convidados especiais falam sobre suas experiências. Se você quer saber qual a melhor forma de educar o seu filho para que ele seja feliz e bem sucedido, este é o seu podcast. Você pode enviar as suas perguntas, sugestões e comentários para o nosso e-mail: cpcastperguntas@gmail.com.
CP Cast
Seu filho já vive na IA - e você nem percebeu
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Seu filho já vive na IA — e isso muda o jeito de usar a tela, as redes sociais e até o YouTube.
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Gabriela: @gabriela.lsrosa | Luciano: @camoespinochio
Mande dúvidas e sugestões de tema por DM!
Neste episódio do CP Cast, a gente explica por que “seu filho já vive na IA”, mesmo sem ter baixado o ChatGPT: a IA preditiva já está por trás do Netflix, do YouTube, do Instagram e do TikTok, escolhendo o que aparece para prender a atenção e aumentar o tempo de uso.
Falamos também da IA generativa (ChatGPT, Gemini e ferramentas que geram texto, imagem e vídeo) e do risco de conteúdos repetitivos (“brain rot”), de imitação de trejeitos de influenciadores e de como o algoritmo favorece formatos que viralizam — empobrecendo o que as crianças consomem.
Do lado prático, trazemos recomendações por faixa etária: por que não faz sentido um “curso de IA” para pequenos antes da base (alfabetização, leitura, hábitos), como orientar para não cair em imagens/vídeos falsos e por que, no Ensino Médio (14/15+), já vale aprofundar o letramento em IA para uso consciente e crítico.
Também alertamos sobre exposição de crianças nas redes: fotos e vídeos podem ser reutilizados por terceiros com IA.
📍 Camões-Pinochio — Freguesia (Jacarepaguá), Rio de Janeiro
🌐 [www.camoespinochio.com.br](http://www.camoespinochio.com.br)
Começamos?
SPEAKER_01Começamos!
SPEAKER_03Mais uma edição do CPCast.
SPEAKER_01Segundo do ano. Meu nome é Gabriela Rosa.
SPEAKER_03Segundo do ano, eu sou Luciana Nogueira.
SPEAKER_01Luciana é de diretor do Camões Spinocio.
SPEAKER_03A Gabriela é diretora pedagógica do Camões Spinócio.
SPEAKER_01Bem-vindo!
SPEAKER_03Bem-vinda, Gabi!
SPEAKER_01Sobre o que a gente vai falar hoje?
SPEAKER_03Hoje a gente vai informar o pessoal, né? Que o filho de todo mundo já vive na IA e muita gente ainda não percebeu.
SPEAKER_02Ah, mas eles não pagaram nenhum aplicativo, não compraram nada. Não instalaram nada, né?
SPEAKER_03Será?
SPEAKER_02Meu filho nunca clicou no chat GPT.
SPEAKER_03Então ele não usa IA?
SPEAKER_02Não.
SPEAKER_03Olha!
SPEAKER_02Será?
SPEAKER_03Eu acho que sim.
SPEAKER_02Então tá, vamos ver. É isso que a gente vai descobrir.
SPEAKER_03Vamos ver. Antes disso, qual o seu Instagram?
SPEAKER_02Gabriela.LSrosa. É isso, Gabriela.lsros.
SPEAKER_03O meu é o Camões Pinóquio.
SPEAKER_02Mandem perguntas, sugestões, dúvidas, eu tenho até uma pessoa pra responder, daqui a pouco eu te respondo, porque as pessoas estão suplicando por uma troca de foto.
SPEAKER_03É verdade, tem que trocar a thumb desse podcast.
SPEAKER_01As pessoas estão suplicando por uma.
SPEAKER_03Nós tiramos essa foto. Quantos quilos atrás?
SPEAKER_01Nossa senhora, eu prefiro não comentar.
SPEAKER_03Alguns quilos atrás, né?
SPEAKER_01Quilos mortais.
SPEAKER_02É tipo isso, essa foto tá desatualizada, então a gente vai aí, a gente tá providenciando essa foto.
SPEAKER_03Vamos, vamos, vamos. Inclusive, esse tema veio de uma sugestão, numa caixinha. E a ideia é a gente respondendo essas perguntas, essas questões.
SPEAKER_02Acabei de ter uma ideia. Já que as pessoas estão tão ligadas na Thumb, né, na foto, quando a gente for trocar, que a gente pretende, eu vou pedir pras pessoas escolherem.
SPEAKER_03Tá beleza, gente.
SPEAKER_02A gente vai tirar mais de um e as pessoas escolhem.
SPEAKER_03Escolhem, boa.
SPEAKER_02Combinado.
SPEAKER_03E pra vocês participarem hoje, a gente fez uma mudança aqui no CPCast, uma mudança importante. E aí eu queria saber quem percebeu a mudança. Coloquem no comentário. O que você tá vendo de diferente aqui? Além de hosts mais magros.
SPEAKER_01Yes! Pode comentar isso também. Vamos lá.
SPEAKER_03Vamos lá.
SPEAKER_02As pessoas fala muito sobre inteligência artificial. Tá na moda.
SPEAKER_03Na minha bolha. É só isso no mundo.
SPEAKER_02As pessoas falam muito sobre inteligência artificial, inclusive na sua bolha, é engraçado. Ontem eu recebi um video that was tomorrow com o golpe, and the video era inteiro de A. E aí a pessoa achou que só uma parte fosse e ela mandou pra. Oh, preste atenção. Eu falei, não, preste atenção, porque o vídeo é inteiro de A. But enfim, as pessoas têm falado muito sobre inteligência artificial. And qual o perigo? O que está acontecendo? O que a gente tem que estar alerta para as crianças nesse sentido? Mas antes, o que é inteligência artificial?
SPEAKER_03Vamos lá. Inteligência artificial is cunhado lá in 1956 in the University of Dartmouth. Can you know the film O Jogo da Imitation with Benedict Cumberbatch?
SPEAKER_02Yeah.
SPEAKER_03Contact a history that rolled in Segunda Guerra Mundial, when the Alan Turing, an inglot, is contratado pelo serviço secreto para quebrar a criptografia das comunicações da Alemanha during a guerra. Andta essa história. And 1950 se coloca uma pergunta se as máquinas poderiam pensar. And ele cria o teste de Turing. Vamos lá. Você que está em casa, se você começasse a conversar agora no WhatsApp com duas pessoas que você não conhece. Sendo que uma é uma pessoa e a outra é um chatbot, é uma inteligência artificial. Você acha que você conseguiria distinguir numa conversa quem é quem? Você conseguiria, Gabi?
SPEAKER_01Acho que sim.
SPEAKER_03Acho que sim. Então você está me dizendo o seguinte: esse chatbot, ele não passa no teste de Turing.
SPEAKER_00Entendi.
SPEAKER_03A gente não vai achar que ele pensa. Por quê? Porque ele não consegue imitar o comportamento de uma pessoa.
SPEAKER_00Entendi.
SPEAKER_03Então a gente começou a falar disso lá em 1950. Em 1956, cria-se esse termo inteligência artificial. Na verdade, a gente ainda não está falando de inteligência de verdade. Uma máquina não tem essa capacidade ainda, vamos colocar assim. But uma máquina já consegue aprender. Então a gente está falando de machine learning, de aprendizagem de máquina. Andas máquinas que conseguem apprender conseguem fazer coisas incríveis já hoje em dia. Essa é uma caminhada que vem desde 70 anos atrás, que a gente está vivendo. Andizagem de máquina e o uso massivo de dados para essa aprendizagem para as máquinas se tornarem cada vez mais autônomas é uma realidade em muitas coisas que a gente faz. A gente identifica inteligência artificial num percentual muito pequeno dessas coisas. Então tem muita coisa que usa inteligência artificial, mas que a gente ainda não entendeu o que usa, a gente não percebe claramente o que usa.
SPEAKER_02Está meio que escondido ali, a gente só está no nosso dia a dia, mas não está tão claro.
SPEAKER_03Quer ver um exemplo legal? Quando você dá o seu CPF in a farmácia, você probablemente está gerando dado that alimenta a modelo de A, que está ali para fazer previsional and what I company. For it to compare, for the pattern of company, for it's a farm, that's what they're different from the other farm, the other bairro. So the farmers will optimizar stock for this. So there are a series of ganhos that the empresas can usando a quantity grandeur and using a machine that apprentices. E aí, vulgarmente, a gente fala que aquilo ali está usando inteligência artificial.
SPEAKER_02Vamos lá. Você falou lá que começou em 1956.
SPEAKER_031950 é o teste de Turing, and a conference na University of Dartmouth that cria esse termo, inteligência artificial, em 1956.
SPEAKER_02Antigamente, bem mais antiga que eu, com certeza, as pessoas via desenhos animados que falavam de coisas do futuro.
SPEAKER_03Eu vi os Jetsons.
SPEAKER_02But I conheço. A inteligência artificial é uma realidade. Já desde o que você está falando aí, começou e hoje a gente está. In which moment a gente está hoje de inteligência artificial? Já que quando a gente via esses desenhos, as coisas estavam muito longe. Hoje, qual é o nosso momento de inteligência artificial?
SPEAKER_03Eu vou falar o complicado, depois eu traduzo. A gente está no momento de modelos multimodais.
SPEAKER_02Modelos multimodais.
SPEAKER_03O que é um modelo multimodal? Vou continuar complicando, depois a gente traduz tudo. São IAs generativas que conseguem, através do uso de linguagem natural, produzir conteúdos e respostas e informações de diversas formas pra gente.
SPEAKER_02Generativa.
SPEAKER_03É. Então, primeira coisa, vamos lá. Existem dois tipos de IA que a gente usa no nosso dia a dia, que a gente é impactado no nosso dia a dia. É a IA preditiva e a IA generativa. O que é IA generativa? IA generativa é o ChatGPT, é o Gemini, é o Nono Banana. São todas aquelas ferramentas, Vel3, Sora, que criam vídeos. Todo mundo já viu um vídeo aí do político favorito dançando forró in algum lugar orando alguma coisa muito.
SPEAKER_01A Larissa fez um vídeo nosso dançando.
SPEAKER_03Fez um vídeo nosso dançando. E aí, a gente hoje tem esses modelos. Então a gente consegue gerar texto, a gente consegue gerar imagem, a gente consegue animar essa imagem, gerar um vídeo, and a gente consegue criar muita coisa dentro desses modelos de ágenerativa. E a gente interage com esses modelos com o que a gente chama de linguagem natural. A gente escreve, a gente pede, a gente grava um áudio falando como a gente fala normalmente com outras pessoas. E essa A já entende aquilo que a gente está falando para ela. Que é diferente lá do início da inteligência artificial, por quê? Porque lá no início você precisava ter um cara que soubesse código, que entendesse de programação, para.
SPEAKER_02Falar a linguagem do sistema.
SPEAKER_03Exatamente. E aí traduzir a resposta que o sistema dava. Então, teve um evento de A muito famoso na época, quem é mais velho aí vai lembrar. Você não vai lembrar, porque você devia estar nascendo nessa época. Mas em 1997, um computador. Um computador da IBM chamado Deep Blue ganhou do campeão mundial de xadrez, o Gary Kasparov. Foi a primeira vez that um computador conseguiu vencer um grande mestre de xadrez, um campeão mundial, in a partir. Kasparov fazia um lance, andavam o lance, começavam. De tapa caramba ali no negócio, aí saiu uma resposta, Ionai, fazia um lance no tabuleiro, anda divertido, era, sei lá, diferente. Hoje em dia você já tem IAs no xadrez, o Stockfish, o Lila, o Alpha Zero, que você entra num site, você começa um jogo com aquela IA, e ela destrói você em poucos minutos. E destrói qualquer um, destrói o campeão mundial em poucos lances. De uma maneira, é óbvio hoje que a IA vai ganhar do campeão mundial de xadrez. Não existe nenhuma dúvida quanto a isso. Inclusive, os melhores jogadores de xadrez usam essas IAs para eles melhorarem no xadrez.
SPEAKER_02Treinamento.
SPEAKER_03Então não é mais a gente que train a computador to jogar xadrez. Agora o computador já train a gente tocar to go. A gente está in a phase that I interage with a gente, germ content, respond to a gente in our linguage. É perfeito? Ainda não. Ainda tem muita coisa para melhorar, but já impressiona. The other lado, a gente tem a IA preditiva, que aí é o que a gente falou lá no título. Seu filho já vive na IA e de repente você não percebeu. Por quê? Porque a IA preditiva já está em muitos lugares a mais do que a generativa. Ela já está muito mais consolidada no nosso dia a dia. E hoje a gente pode dizer que todo mundo usa IA todo dia.
SPEAKER_01Perfeito.
SPEAKER_03Por quê? Porque quando você entra no seu Netflix pra assistir lá o seu Dorama, o Netflix.
SPEAKER_01Eu nunca assisti um dorama, gente.
SPEAKER_03O Netflix, ele já tem o teu perfil. Sim. Ele já compara você com as pessoas parecidas com você dentro da base. E ele não só escolhe o que ele vai te apresentar como sugestão, tem aquele lá índice que ele coloca, 97%, 85%, 99%. Aquilo já te dizendo, olha só, I analisei aqui o que você assiste, o que as pessoas que estão classificadas da mesma forma assistem, isso aqui tem uma alta probabilidade de ser legal para você. Ele não faz só isso. A capa que você vê da série muda de acordo. Existem dezenas de fotos para cada filme, para cada série, para cada conteúdo que está dentro do Netflix. And ele escolhe.
SPEAKER_02Que faz mais sentido com aquela.
SPEAKER_03Que faz mais sentido com aquela pessoa, que aumenta a probabilidade daquela pessoa escolher aquele conteúdo.
SPEAKER_02Cara, isso é muito legal. É porque é exemplo de dia a dia, vou dar um exemplo pessoal. Meu avô, no auge dos seus 80 e tantos anos, 88, 7, assiste Netflix praticamente todos os dias na casa dele. E ele fica impressionado, porque às vezes eu falo, ó, assiste tal coisa aí que você vai gostar, tal série que você vai gostar. Essa série não aparece. Pra ele digitar no controle é muito difícil, né? Vai lá na busca, digita, não dá. Geralmente é o que aparece mais ali pra ele. Tá aparecendo na tela inicial, não, Gabriela, essa série não tem no meu Netflix, eu não consigo essa série. Então, pra mim aparecem coisas que pra ele não aparecem. Óbvio que se ele buscar, vai ter dentro da plataforma, mas pra ele buscar é muito mais complicado. Mas de fato, pra mim aparecem coisas que pra ele não aparecem. Então o modelo de quem tá usando faz com que o aplicativo entregue coisas diferentes, né? Coisas que façam mais sentido pra aquela pessoa, pra aquela determinada pessoa.
SPEAKER_03Exatamente. Exatamente.
SPEAKER_02Boa. Isso acontece só com Netflix?
SPEAKER_03Não, isso não acontece só com Netflix, isso acontece com o YouTube, isso acontece com o Instagram, isso acontece com o TikTok, isso acontece com basicamente tudo que a gente usa de internet hoje em dia. Então, quando você tá ali no Instagram, quando você tá ali no TikTok, o que a plataforma quer que você faça?
SPEAKER_02Fique.
SPEAKER_03Por quê?
SPEAKER_02Porque isso gera receita.
SPEAKER_03Porque vai te mostrar anúncio, porque você vai gerar dinheiro pra aquela plataforma. Então, quanto mais tempo você ficar no YouTube, mais anúncio o YouTube te mostra. Quanto mais tempo você ficar no Instagram, mais anúncio a meta te mostra. Então, o que a plataforma faz? Eu vou mostrar pra essa pessoa conteúdos que estejam alinhados com o que vai prender ela aqui dentro. E eu vou tentar mantê-la aqui duas horas, três horas, cinco horas por dia.
SPEAKER_02E aí que tá o perigo das crianças.
SPEAKER_03Exatamente.
SPEAKER_02Eu acho que a gente já falou algumas vezes, e isso tá em alta também, sobre tela, né? O perigo das crianças estarem na tela, o que as crianças assistem, o que elas estão vendo, o que elas estão fazendo. De fato, estar na tela para crianças é perigoso. É nocivo. Não vou militar para 100% fora de tela, não é isso. Mas olhar para esse lado que a Luciana apresentou de saber que a inteligência artificial vai fazer com que gere mais vontade naquela criança de estar ali, isso é muito mais perigoso. Porque, vamos lá, se a gente tá falando de tela, e aí na sua casa você vai falar assim, ah, não, porque meu filho tem um limite de meia hora por dia. Que filho que nunca pediu pra ficar mais de meia hora, né? Assistindo algum vídeo que ele tava assistindo. E isso muitas vezes, óbvio, né? Tem a descarga ali de dopamina que acontece naqueles vídeos curtos que as crianças estão vendo, das coisas, mas também porque ele quer continuar assistindo aquilo ali que a inteligência artificial tá mostrando pra ele atrás.
SPEAKER_03Exatamente. E isso tem um componente que a gente não percebe pra quem produz aquele conteúdo também. Porque o que acontece? Você já viu alguns perfis de Instagram that a pessoa sempre produz o mesmo conteúdo? É sempre a mesma coisa. Eu segui um cara no passado, nem seguia, mas aparecia muito pra mim, eu achava divertidíssimo. Era um cara que ficava com os pensamentos dele, e os pensamentos eram meio caóticos.
SPEAKER_02Ah, é, sei.
SPEAKER_03Ele sempre terminava com torresmo.
SPEAKER_02Café? Café.
SPEAKER_03Aquele cara, ele produziu, sei lá, mais de 100 vídeos naquele modelo. Se a gente pegar grandes fenômenos do Instagram, tem um. Acho que é italiano, o Cabi. Cabilem. É o cara que faz assim. O tempo todo. Ele pega um vídeo bem absurdo, ele mostra um jeito mais simples de fazer aquilo.
SPEAKER_01Alguém descascando banana com garfia.
SPEAKER_03Com garfo e faca, ele descasca a banana and. Esse cara, ele não fala uma palavra nos vídeos dele.
SPEAKER_01Verdade.
SPEAKER_03E ele tem, sei lá, vou ver aqui, ele tem. Deve ter uns 40 milhões de seguidores, tranquilamente. Ele é um dos maiores produtores de conteúdo do Instagram que existe no mundo.
SPEAKER_02Sem dar uma palavra.
SPEAKER_03E sempre fazendo o mesmo vídeo. Então, por que isso acontece? Porque quando um produtor de conteúdo, um influenciador, produz um conteúdo, o Instagram, o YouTube, o TikTok, todos fazem mais ou menos da mesma forma, eles vão pegar aquele conteúdo e eles vão mostrar, sei lá, para 10 pessoas. Andir a interação, o quanto de sucesso aquele vídeo faz. Ah, o cara curtiu, o cara comentou, o cara encaminhou pra alguém. Beleza. Se foi bom, eles vão pegar mais 30 e eles vão mostrar para mais 30. Que ele já identificou, olha, dos 10 que eu mostrei, 6 interagiram. Eu quero escolher 6 que são parecidos. Eu quero escolher os 30 que são parecidos com esses seis. Porque eu quero entregar isso aqui para quem isso aqui faz efeito. E ele vai. E ele vai expandindo essas bolhas. Aí 30, foi bem ainda? 18 curtiram, 15 curtiram, beleza. Aí ele vai pegar 150 pessoas, que são muito parecidas com aqueles 15, e vai, vai e vai. E aí acontece o fenômeno da viralização. É assim que acontece a viralização. Por quê? Porque quando você chega na quinta, sexta interação dessa, que o algoritmo faz, você já está mostrando aquilo para 100 mil pessoas, 200 mil pessoas. E aí esses vídeos que vão bem, a plataforma começa a mostrar para todo mundo. E aí viralizou. Quando um cara está produzindo conteúdo, ele quer o quê? Ele quer que viralize. Quando ele percebe que um formato de vídeo viraliza, o próximo vídeo dele vai ter um incentivo muito grande a produzir exatamente do mesmo formato. Beleza. Viralizou de novo, ele vai começar a entrar numa espiral que o perfil dele é só aquilo. Quando a gente pegou fenômenos lá atrás como galinha pintadinha.
SPEAKER_02Pocoyot.
SPEAKER_03Pocoyô. Aquilo é o quê? Aquilo é resultado de estudos que seguem essa mesma lógica. Aqueles coco melon. Inclusive aquelas coisas que o pessoal chama de brain rot, o tralaleiro tralala, baleina cappuccina. Exatamente. Você produz um negócio daquele, aquilo viraliza, anda a produzir só aquilo. Então gera um empobrecimento muito grande do que está sendo produzido. Para de ver qualquer relance of creativity. It is a produção repetitive of conteúdo, nome that criança. O roteiro was creado 30 videos atrás andas cores, com outra música, com outra. Sei lá, você está alterando alguma coisa para dizer que é um video novo, and aquilo está sendo repetido infinitamente. So it's ruin because prende a gente na plataforma, prende a criança na plataforma, and é muito pior because cada vez mais é mais pobre in termos do que você está vendo. Você está vendo sempre a mesma coisa. Você está vendo aquilo que te prende, nothing that te enriquece de nenhuma formation passar do tempo ali. Você não está nem mais tendo um estímulo different pra te fazer pensar sobre o que você está vendo.
SPEAKER_02Pensando em nada, né? Exatamente. A criança fica presa nesse tipo de conteúdo. E aí nisso que ela fica presa nesses vídeos repetitivos e muito parecidos, Sabe uma coisa que eu tenho visto muito? Que elas repetem esses comportamentos na vida real, né? É aquela criança que tem o trejeito do youtuber. É aquela criança que tem o trejeito da guerreira, tá na moda. Guerreira, K-pop. Guerreira K-pop, não sei da onde. And a criança fica com essas características, ela toma essas características pra ela, que tem muito a ver com o que a gente falou no último episódio do tempo de presença que aquela criança está exposta a certas coisas. Talvez a música clássica faça parte daquela criança, ela vai se interessar por aquilo ali. Se aquela criança tá imersa no. Sei lá, falou. Guerreira K-pop? Vou ficar insistindo nisso, tá? Eu sei que vocês me assistem, eu sei que vocês vão lá conversar comigo sobre isso. Ela vai ficar parecida com a Guerreira K-pop no jeito, no trejeito, na forma de falar. Então, você está falando isso de que cada vez mais o conteúdo prende a atenção e a gente tende a ficar ali e aquilo ali está empobrecido, aquele conteúdo é repetitivo, and talvez por isso as crianças estejam sound imersas nesse trejeito, estejam mimetizando tanto esse tipo de comportamento.
SPEAKER_03Eu reparei um comportamento no ano passado de colegas da minha filha que assistem muito TikTok. Que era um não terminaram a frase. Por quê? Porque o ritmo de edição do TikTok, ele é tão acelerado que quando você. O nome é jump cut, né? É aquele corte pra tirar a respiração.
SPEAKER_01Corte sim.
SPEAKER_03Então você tá gravando um vídeo, você dá aquela parada pra respirar e na hora da edição você tira essa parada pro vídeo ficar mais acelerado. Porque dá aquela impressão de.
SPEAKER_01É bom, é bom. E pra quem assiste no 2.0 as coisas, é excelente.
SPEAKER_03O 2.0 faz isso também, ele reduz muito, reduz na metade, né? E aí, no TikTok, é um negócio tão extremo que você pega o final da. você corta muito hente ali. E aí você corta a última letra da palavra no home. Fica aquele negócio meio.
SPEAKER_01É disponível do P, né?
SPEAKER_03Tá se desenvolvendo uma nova linguagem. E aí você começa a ver crianças. Elas começam a abreviar o final da palavra, o final da frase, de tanto que elas veem in a rede social aquele tipo de expressão, as pessoas se expressando daquela maneira.
SPEAKER_02Elas estão expostas a esse tipo de conteúdo, né?
SPEAKER_03O dia inteiro.
SPEAKER_02No, but I só deixo meu filho na tela two hours por dia.
SPEAKER_03I tava vendo uma entrevista in another podcast about duas meninas brasileiras que foram aprovadas para Harvard.
unknownBoa.
SPEAKER_03Andas que fizeram pra elas was atrapalha, como é que usa o telefone and all. And desinstala o Instagram do the telephone dela, and fica usando só no navegador. O Instagram do navegador é tão ruim que, da raiva, ela fechava logo. But você vê, são meninas que estudam muito, que estão envolvidas in muchas. One delas passou para Harvard, passou para medicina na UNB.
SPEAKER_02Uma passou para direito na USP, se eu não me engano, economia.
SPEAKER_03So elas têm uma vida muito regrada, elas estudaram muito, elas se prepararam muito, tiveram que fazer muita coisa. Andas horas por dia você passa no Instagram? Ah, umas duas horas. Cara, se essa menina que teve que estudar pra passar pra Harvard, passar pra USP, passar pra WB em medicina, se controla pra caramba. E usa duas horas. E usa duas horas, cara, ninguém mais usa duas horas. Todo mundo usa mais que duas horas.
SPEAKER_02Com certeza, com certeza.
SPEAKER_03Todo mundo fica bem mais tempo hoje em dia no celular. A gente vê que o uso médio está acima de cinco horas por dia entre adolescentes. Gente, pesquisa é legal, ciência é legal, but when you find a pesquisa dessa, você está falando de uma média. For algumas pessoas é um número muito tranquilo, for outras pessoas já é demais. Então a gente tem que ter discernimento para adequar para a nossa vida. Na média, até duas horas não gera um prejuízo cognitivo significativo. Tem criança que não pode ficar duas horas, tem que ficar menos. Isso é um número que a gente está falando para adolescente. Então, uma criança pequena de 8, 9, 10 anos que fica duas horas, ela já está passando muito do que deveria. Um adolescente de 14, 15 anos que fica 3, 4 horas, também já está passando do limite. Agora, tem adolescente que, se ficar uma hora e meia, aquilo já vai prejudicar muito ele. So duas horas seria ali, olha, é um bom começo para um adolescente. Seu filho é mais novo, vai reduzindo até quatro anos, meu conselho seria zero. Zero, zero, zero. De tudo, de tela, de tela handheld, de dispositivo portátil. Ah, um desenho na TV, cara, aí eu acho que é viagem já você falar que não, porque.
SPEAKER_02E é até muito mais fácil de controlar, né? Se o adulto estiver disposto a.
SPEAKER_03Porque não tem aquele efeito de troca o tempo todo, da criança ficar lá com o dedinho trocando conteúdo o tempo todo, que também é muito ruim. Então é mais suave.
SPEAKER_02Eu. Você tá falando isso da televisão, né? Do colocar na televisão. Tem uma coisa que é muito interessante relacionada à tela também. Que muitas vezes o pai. Vamos lá, criança tem o tempo de tela. Uma criança de 9 anos tem um celular. Ai, meu Deus. Tem um celular e tem lá o tempo de tela. O aplicativo bloqueia. Tem vários aplicativos que travam o celular, enfim. Só que eu ainda tenho uma ressalva em relação a isso, que é o seguinte. Você não sabe necessariamente o que o seu filho tá assistindo, visto que você não tá do lado dele o tempo todo. Se o celular é dele, se o dispositivo móvel é dele. Então fica um alerta e uma sugestão de colocar, usar a televisão pra isso. Falar, ó, seu tempo de tela agora é na TV da sala. Coloca aí o que você vai assistir. E aí você vai entender que aquele vídeo que ele tá vendo, eu já parei pra ver, tá, gente? Do carinha jogando o Minecraft pra ele aprender a jogar o Minecraft é tenebroso. E aí, tenebroso, às vezes o cara não tá falando palavrão, às vezes não é tão explícito, né? A coisa ruim não é tão explícita. But a forma que fala, o jeito que fala, as palavras que são utilizadas, isso é muito ruim. Então façam esse experimento em casa. Se ele tem o tempo de tela lá de YouTube, ah, YouTube Kids, Netflix Kids, como se vocês estivessem sendo salvos pelo kids, enfim. But peçam, façam, ah, beleza, seu tempo de tela agora é na TV da sala, porque eu vou estar aqui fazendo a comida e eu vou estar ouvindo o que tá acontecendo. Façam esse experimento. Eu acho que vocês não vão gostar da forma que as coisas estão sendo apresentadas. Façam esse experimento.
SPEAKER_03E se você não gostar, não adianta alguém dizer que tudo bem, que você tá exagerando. Se você não gostar, tá errado.
SPEAKER_02Ah, sim.
SPEAKER_03É esse o parâmetro. Você tem que achar legal que seu filho tá assistindo. Você não tem que se adaptar ao que a criança.
SPEAKER_02Ah, não, é a juventude de hoje e assiste mesmo.
SPEAKER_03Não, tá errado. Tá errado. Não vai por aí, não. Tem uma coisa que eu acho legal a gente falar antes de voltar a falar da IA, que é a seguinte: tome muito cuidado, porque quem o seu filho tá vendo hoje no YouTube, ou na TV, ou na Disney, principalmente quando é criança, essa criança cresce. E aí se o seu filho passou a infância assistindo alguém e essa pessoa cresceu, quando seu filho tiver 19 anos e o influenciador, o artista tiver 19 anos também, vai continuar sendo um modelo de comportamento para o seu filho. Então se você pega, por exemplo, o clubinho da Disney, quem era apresentador do clubinho da Disney? Era Britney Spears, vocês estão vendo como é que tá a Britney Spears hoje? Era a Cristina Aguilera, vocês viram como foi a vida na juventude da Cristina Aguilera? Miley Cyrus, vocês viram como foi a Hannah Montana, um pouquinho mais na juventude dela. So seu filho é muito fã, mesmo que de uma criança que apresenta um programa infantil agora, entenda que essa criança cresce e que quando essa criança tiver 19, 20 anos, as escolhas que ela vai fazer vão influenciar de maneira determinante o seu filho que vai ter 18, 19, 17, 16. E aí ele vai querer imitar esse comportamento também. E de repente não é um comportamento que você queira imitado. E aí já saiu da tua alçada. Já tá dirigindo, já tá bebendo, já tá indo pra festa, já tá na faculdade e tá com aquela referência ainda. Então, muito cuidado com esse engajamento que a gente permite das crianças com certos artistas e influenciadores jovens. Infantis.
SPEAKER_02Faz muito sentido. Faz muito sentido. E aí a gente leva, né? Leva as crianças a show do não sei quem. E aí isso é um modelo de comportamento que vai com certeza ser repetido. Isso é muito interessante.
SPEAKER_03Eu não sei se a guerreira K-pop é um desenho ou uma pessoa, mas.
SPEAKER_02Tem desenho animado, mas tem pessoas que se vestem da guerreira K-pop. Eu vou te mostrar o que é a guerreira K-pop, pra você ter uma noção do que que tá acontecendo.
SPEAKER_03Pedir ajuda divina pra ver isso.
SPEAKER_02É, pode ser.
SPEAKER_03Mas vamos lá. Olha só, a gente já viu, então, a diferença entre a generativa e a preditiva. A gente já viu que A tá em todos os lugares. Mas IA generativa é uma potência.
SPEAKER_02E aí?
SPEAKER_03E aí, eu coloco meu filho no cursinho de IA com que idade, Gabi?
SPEAKER_02Bom, falando.
SPEAKER_03Tem que preparar desde cedo, quatro anos tá bom. Como é que eu faço isso?
SPEAKER_02Em vez de botar pra aprender uma língua, agora a gente bota pra aprender a linguagem digital.
SPEAKER_03É porque a gente já viu várias modas, né?
SPEAKER_02Já viu várias.
SPEAKER_03A gente viu uma galera que queria fazer programação e agora a IA tá acabando com.
SPEAKER_02Com a programação.
SPEAKER_03Com a programma. O programador tá. A profissão do futuro vai ser a primeira profissão a acabar.
SPEAKER_02Eu vi um. Eu acho que foi um recorte. Eu acho que isso não estava dentro de um podcast inteiro que eu ouvi. Uma pessoa falando the profissions of the future. Eu não sei se estava dentro de um episódio que eu assisti de alguma coisa, or se foi realmente um corte, eu não tô lembrando. E aí ela falou: não, porque a gente tem que preparar as crianças pra profissional do futuro. Então, meu filho tá fazendo curso disso, disso. Teve uma época, eu era criança nessa época, essa moda, que eu tinha que aprender mandarim.
SPEAKER_03Aham, teve essa época.
SPEAKER_02Tinha que aprender mandarim, porque as empresas iam vir e você precisava. Ah, tá bom, entendi.
SPEAKER_03Na minha época de vestibular, todo mundo tinha que fazer engenharia de telecomunicações.
SPEAKER_01Ah, é?
SPEAKER_03É, porque telefone celular, internet tava começando ali no final da década de 90. Então o mundo ia ser dominado pelos engenheiros de telecomunicações.
SPEAKER_02Entendi. Bom, voltando à sua pergunta, eu acho que a gente tem que tomar muito cuidado com isso. Eu acho que depois eu vou pedir pra você falar do que você tá fazendo aqui com a galera mais velha de A, né? Mas eu acho que a gente tem que tomar cuidado com isso porque a gente é alimentado com isso o tempo todo, né? As coisas estão na moda e a gente não quer estar, a gente não quer sofrer do FOMO, né?
SPEAKER_03Fear of missing out. Fear of missing out.
SPEAKER_02Eu não quero estar por fora das coisas. Então, eu quero minimamente entender de A. Nem que seja só mandando um vídeo pra alguém dizendo, ó, toma cuidado, porque aí A vai dominar o negócio aí, você vai cair no golpe que é de A. Então a gente quer estar por dentro das coisas e óbvio, todo pai quer que seu filho esteja. Isso foi até uma dúvida na caixinha de pergunta que você respondeu. Todo pai quer que seu filho seja aceito naquele grupo. Como é que eu faço se eu não concordo, mas eu quero que meu filho esteja? Ah, todo mundo foi para o curso de ah, como é que eu não vou colocar meu filho? Cara, isso bate pra mim no mesmo lugar da educação financeira pra criança, sabia? Ele respondiu também sobre educação financeira, but the prime deveria conseguir olhar para uma criança é formá-la com as coisas básicas, minimamente. Então se o seu filho, a gente falou no episódio passado, a gente quer desenvolver virtude, a gente quer. So seu filho ainda não foi alfabetizado plenamente, se seu filho ainda não tem um hábito de leitura bem estabelecido, se seu filho ainda não tem os quatro hábitos básicos, bem ordenados, I don't vejo much sentido a gente querer estar dentro da moda e colocar um curso de A or deixar brincar de construção de alguma coisa de A, sendo que a gente não fez a base, sendo que a gente não organizou a vida da criança minerante, a gente não formou um ser humano, por menor que ele seja. Então eu não colocaria crianças pequenas imersas insectuas, seja um bom caminho. Da mesma forma, eu acho que a gente precisa saber que o mundo é asinho agora, que as coisas estão as senhores, que a gente pode. Aqui a gente tá fazendo com adolescentes a partir de 15. Acho que já faz sentido. Acho que ele já pode, que ele já tem discernimento, que ele já tem entendimento, já tem telefone celular desde os 10, 12. So acho que ele já tem discernimento pra estar involvido nisso. São crianças que vão na rua sozinha, estão dentro do celular, enfim. Acho que faz sentido. Agora crianças pequenas.
SPEAKER_03A gente tem que entender o seguinte. A time atrás, I was na moda robótica. O que é robótica para criança? Vou usar esse example aqui. Robótica pra criança são a actividade de educação infantil, de sequenciação, seriação e classificação. O que a gente faz in educação infantil? Separa tudo que é amarelo, separa tudo que é redondo, separa tudo que é grande, separa tudo que é pequeno. A gente está trabalhando. Discriminação visual, a gente está trabalhando, a capacidade da criança classificar e agrupar objetos. Aí a gente vai trabalhar sequenciação e seriação. O que vem depois, o que vem antes, coloca em ordem de tamanho, coloca em ordem, sei lá o que, decrescente, crescente, o que vem antes, o que vem depois. O que era robótica para a educação infantil, que teve um boom há uns anos atrás? Era uma atividade de classificação, seriação, sequenciação, usando um carrinho que ia sozinho. Tinha um motorzinho ali, e você fazia exatamente isso. Então, você criava ali os passos, as etapas do que o carrinho ia fazer, e era basicamente a mesma atividade.
SPEAKER_02É o primeiro passo do Scratch, né?
SPEAKER_03Aí tinha o Scratch para Fundamental 1, tinha o Robôzinho para educação infantil, tinha o Scratch para Fundamental 1. Para lá no início do médio o cara começar a ver uma linguagem de programação de verdade. Então, é legal? É legal. Vale a pena gastar um dinheiro enorme com isso? Tem gente que acha e tem gente que acha que não. É um bom custo-benefício? Não é um bom custo-benefício.
SPEAKER_02Não é isso que vai fazer a diferença, ou vai deixar o seu filho mais inteligente. Inteligência não está atrelada a isso.
SPEAKER_03O trabalho com a IA vai ser basicamente a mesma coisa. Você vai começar no mesmo lugar. Você vai começar a ensinar algumas coisas de lógica que você pode ensinar de diversas formas. Você vai dar um pano de fundo de informática, de construção de jogos, desenvolvimento de algoritmos, para você chegar lá na frente e ensinar esse cara a escrever a bottom, a interpretar uma resposta, a criar um contexto para ter uma qualidade melhor that. When you colour a crime to use a chat EPT, that gets images, the conjunction of possibilities of this is alert ainda.
SPEAKER_02And so what you think it's done that BNCC escritous, that we can form those pensamento critical. Do que você falou in aula do céu, doceiro do céu? Como que uma criança ainda não tem, que não tem base suficiente, e aí pode entrar o adolescente? Se esse adolescente não foi bem formado, como que essa criança que ainda não tem visão de mundo, não entende, não foi bem informada, consegue opinar sobre alguma coisa. Então, como que uma criança que não foi bem ensinada consegue usar IA? Consegue perceber as nuances da IA, porque é sutil. O Luciano tava mostrando other pra gente a foto de uma moça criada por IA, sei lá. Cara, é muito difícil. É sutil demais você perceber a nuance daquilo ali. So você tem que ter uma certa bagagem. Criança não tem bagagem. E aí isso não é denegrir, ah, criança também é gente. Eu sei que criança também é gente, eu tenho certeza disso. Eu trabalho para formá-las. Mas é formação. Então eu acho que existem etapas anteriores antes da gente querer colocar elas com esse poder de mexer com certas coisas que são perigosas.
SPEAKER_03É legal. A Gabi estava falando de uma atividade que eu faço. Eu estou dando a aula de letramento em IA, que é uma das trilhas que a gente tem aqui no ensino médio esse ano. E uma atividade que eu faço todo início de aula é mostrar pra eles alguma coisa real, alguma coisa produzida por IA que parece real, and alguma alucinação de IA. Se você não prestar atenção, você aceita aquela informação. Mas se você analisar um pouquinho mais profundo, você vê o quanto absurdo é aquilo. So vou dar dois exemplos aqui. The sexta-feira agora, eu pedi para a IA responder a pergunta por que o cell é azul. E tem uma resposta correta, que tem a ver com o comprimento de onda das cores e o que acontece com essas diferentes cores que vem na luz do sol e por que a gente enxerga azul. O azul e o violeta seriam as cores mais visíveis, mas a gente capta melhor o azul. Beleza, tem a resposta correta. Na resposta errada, que a IA gerou, ela gerou uma resposta onde ela só inverte o tamanho do comprimento de onda do azul, de grande para pequeno, beleza. Então é uma coisa que você lê ali, você fala, caramba, eu tenho que dar uma conferida, eu não lembro, tá certo, arco-íris, ultravioleta, infravermelho.
SPEAKER_02É o que a gente até fala em questão de vestibular de distrator, né? Aquilo que vai buscar a sua atenção.
SPEAKER_03Pode te confundir. A alucinação era tipo assim: ela inventou oxigênio líquido microscópico, ela inventou uma descoberta da NASA em 1970. Um negócio de nada a ver. E aí a gente lê pra eles na aula pra eles perceberem como é sutil e como a gente tem a tendência de acreditar in coisas que não são verdade. Um outro caso legal que eu vou até fazer in one of the aulas com imagem. I tell you, a foto dele almoçando com um conhecido nosso, who mora in São Paulo, tinha vindo pro Rio, and ele mandou desuação. Ah, não, tô almoçando aqui com ele. Um baita restaurante ali na Bahia de Guanabara, do Aterro Flamengo e tal. And você olhava assim, o primeiro relance, pô, estão os dois lá no restaurante. Você dava uma analisada melhor na foto, cara, o garfo desse nosso conhecido, o frango, Tava no meio do garfo. And ele tava segurando o garfo pelos dentes. But you tinha que ampliar pra ver isso. Sound coisas que a IA faz que no primeiro moment você bate o olho andar, os dois are se encontraram. Você vai olhar e fala, cara, isso não existe, isso não é real, isso não tá aqui. Soutileza na análise.
SPEAKER_01Atenção.
SPEAKER_03Não dá pra ser muito novo. Não dá pra ser muito jovem. Você já precisa de uma bagagem, você já precisa de uma malandragem, dumejo que criança muito pequena não vai ter. So existe uma época. Você tem que saber escrever bem, você tem que saber se expressar bem. Boa. Você pega um prompt de A bem escrito, cara, é literatura. It's a negócio que dá trabalho de fazer. Você não vai ter um bonito with qualquer coisa que você coloca ali. So I asked um idade para a criança começar a usar, principalmente as modelos generativos. Obvio que a gente tem que estar desde sempre alertando sobre as possibilidades ofreciendo, those photos, those images do que a gente recebe. Because cada vez mais a gente vai ver video de coisa que foi criada por IA, a gente vai ver gente falando que nunca falou, gente se encontrando que nunca se encontrou, informação que nunca existiu. Então a gente tem que ter esse cuidado e a gente tem que alertar as crianças. Mas é um cuidado na mesma linha do olha, com quem você vai entrar no chat na internet? Para quem você vai dar o seu WhatsApp, quem está repassando o seu contato in grupos e estão vindo pessoas falar com você, quem você está encontrando no Roblox. Tudo isso já são cuidados. Quem está falando com você pode estar sendo gerado por uma inteligência artificial.
SPEAKER_02Vou levantar só mais um ponto aqui. Eu vejo muita criança. Adolescente tem, e aí, beleza, mas eu vejo muita criança que tem o próprio Instagram, que tem a própria rede social. Postando vídeos de dancinha, do TikTok, enfim. Se você é pai, tá deixando que isso acontece, essa imagem da sua criança pode ser utilizada por otra pessoa na inteligência artificial do jeito que as pessoas quiserem. The form that as pessoas quiserem. Então fica o alerta aqui também, já que a gente está falando de inteligência artificial, the form that expondes criances na rede social. Not sort of what else is assisting, what else are they doing, but the genteel lives in social pra postar what else is. Antes the perigo era they're fazendo dancinha, dancing is ruined. Hoje the perigo is dancing is ruined, but he will use the movement that dancing to, bother in the intelligence artificial the way that a pessoa da mente mais doida que puder quiser. So I think it's a preocupação de verdade the form that colours to expor na rede social. Tem muito, muito, muito, muito, muito. Então I fica o alerta.
SPEAKER_03Hoje, with duas boas fotos de ângulos levemente diferentes do rosto de alguém, você cria qualquer coisa. Absolutamente qualquer coisa.
SPEAKER_02Pois é. Então eu acho que é um cuidado. Vale o cuidado. Se a gente tá falando de inteligência artificial, se você acha que é importante, se você. Ela pode ser utilizada pro mal também, né? Pra coisas ruins, pra coisas não agradáveis. Então acho que vale o cuidado. Acho que, sei. Fica o alerta.
SPEAKER_03Dá até pra criar thumb de podcast.
SPEAKER_02Tá aí. Vamos criar uma thumb de inteligência artificial pra mostrar pras pessoas? É sério. Vamos não, é ele que mexe com isso. Eu sou a criança lá do Fundamental que não mexe com nada. Eu sou. Mentira. Tem qual é o aplicativo do slide que eu falei que era legal?
SPEAKER_03É o Gama.
SPEAKER_02Gama, pra fazer slide. Você que, eu gosto muito do Gama. O Gama é bom. Tenho testado bastante o Gama em relação a criar apresentações. O que mais?
SPEAKER_03Tá, vamos lá. A gente falou IA generativa, IA preditiva, falamos de IA pra crianças. Tá, mas e aí, o que eu faço agora? Isso é uma realidade, tá no mundo? O que eu tenho que. Eu tenho que aprender esse negócio, eu tenho que entender como funciona, eu tenho que virar um especialista disso. Como é que eu cuido dessa exposição? Vamos num passo a passo para orientar os pais de cada idade para eles poderem ter um mínimo de benefício com segurança that.
SPEAKER_02I think in the case, the first thing that vem is for ensinar or alert alguien to everyone, so if you were and mummy, along with this podcast, I mean I approfundaria in the assumption relation to IA, no sense, and I don't know if I'm specialista, but for example a IA is, what a IA could influence in the mind of your family, which were the examples that the Luciano deu in the initial do Netflix, do YouTube, enfim.
SPEAKER_03Nasce uma criança, nasce um pai, não nasce uma mãe, não nasce.
SPEAKER_01Ih, não lembro. É.
SPEAKER_03Tem uma frase que você falava bastante. Mas a ideia é basicamente essa. Olha só, seu filho nasceu, você é pai? Ainda não.
SPEAKER_01Ainda não, sabe? Você precisa aprender a ser pai.
SPEAKER_03A melhor forma de você educar uma criança é se educando.
SPEAKER_02Com toda certeza.
SPEAKER_03Então se a gente tem uma tecnologia nova que apresenta potenciais benefícios e potenciais riscos, a gente precisa ter um mínimo de conhecimento dessa tecnologia para que a gente possa encaminhar os filhos da gente em relação a isso. Eu acho que a gente consegue traçar muito paralelo do que a IA é para o mundo hoje e do que ela vai ser para o mundo se a gente olhar para o início da internet. So lá em 1995, 1996, 1997, que a internet estava acelerando muito pelo mundo, existia um otimismo muito grande in relação ao que ia acontecer in algumas áreas, um pessimismo muito grande. Andade das previsões deu certo, metade deu errado. I lembro muito de uma prevision that existia in epoca, which era que os Correios iam fechar.
SPEAKER_01Que pena, não fechou, tá com uma entrega horrorosa.
SPEAKER_03Por causa do email. As pessoas iam se comunicar através de e-mail, não iam mais mandar cartas, anda perder o sentido de existir do correio. As empresas de entrega, de uma maneira geral, correio, inclusive, hoje, a maior linha de receita das empresas é compra online. Ninguém estava prevendo isso no início da internet. Ninguém estava sonhando com isso no início da internet. As pessoas deixariam todos os dados do seu quartão de crédito guardado numa nuvem lá pra você comprar com um clique na Amazon. TikTok Shop. TikTok Shop, Shopee, Temu.
unknownAdoro.
SPEAKER_03Aquela lá que tem divergência no nome. Shen, Shein.
SPEAKER_01Nunca fui.
SPEAKER_03Cara, ninguém fazia ideia do que ia acontecer. As pessoas falavam que o livro de papel ia acabar.
SPEAKER_02As livrarias estavam fechando, né?
SPEAKER_03As livrarias iam acabar, ia tocar. Cara, livre de papel não acabou. As people don't screw a mão, and screw a mão is melhor do que escreve no teclado. But a gente também that used the internet. Todo mundo usa. De alguma forma. Seja um computador de mesa, seja um computador de bolso. Hoje em dia todo mundo usa computador, todo mundo usa internet.
SPEAKER_02Ou seja, as pessoas se adaptaram.
SPEAKER_03Se adaptaram. Elas tiveram. Teve gente que no início falou, não, isso aí passa, isso aí não dá em nada. Aquela pessoa que em 2000 e tralalar ainda estava usando telefone de flip.
SPEAKER_02Tem um nome.
SPEAKER_03Em 2012 usando telefone de flip ainda.
SPEAKER_02Ele vai lembrar, óbvio, que a cabeça dele é aquele Young Learners. Não, não é esse nome. Das pessoas que aderem mais cedo. Como é o nome disso?
SPEAKER_03Você tem os Early Adopters, que é 2%, 3% da population, que são as pessoas que vão usar a technology primeiro. Você tem uma segunda camada, que são pessoas que estão dispostas a usar ainda, quando são a minoria, esse eu esqueci o nome. Aí você tem o. Vou buscar isso depois. A maioria primária, o early majority, que é quando aquilo explode e vira. É mais ou menos onde a gente está em IA agora.
SPEAKER_01É isso que eu ia perguntar.
SPEAKER_03A IA está entrando nessa fase de early majority. E aí depois você tem o late majority, a maioria tardia, que é quando populariza e todo mundo começa a usar. And the ultimate to adotar são os Laggards, as pessoas mais reacionárias, mais reativas as novidades, the cara que usava a telephone de flip in 2012, 2013, ainda não quer smartphone, and a gente vê isso na adoção ofies. Aconteceu com a internet, está acontecendo com Bitcoin, com criptomoedas, está acontecendo com IA. So a gente sempre tem essa progression. Andreas se posicionando, pessoas apprendendo a usar a tecnologia. Andista econômico, quando você chega, principalmente na maioria tardia, quem está posicionado nesses mercados ganha muito dinheiro. Quero que o meu filho aprenda a IA agora. De repente já está meio tarde. De repente, para um cara que vai, do jeito que o negócio está acelerando, um cara que vai entrar na faculdade daqui a dois anos e não tem faculdade disso ainda, a gente está chegando no limite.
SPEAKER_02Ou entra?
SPEAKER_03É, porque vai usar de qualquer jeito. Mas vai usar como alguém que está produzindo alguma coisa, ou vai usar como um usuário final. Ojo em dia todo mundo usa o computador, mas teve gente que enriqueceu com informática.
SPEAKER_02Perfeito.
SPEAKER_03Teve gente que foi muito de vida com informática. Hoje em dia todo mundo usa celular, mas teve gente que ficou bilionary, criando aplicativo e acessórios para telephone. Ou todo mundo usa como usuário. Então meio que ainda dá para inovar, mas já passou a cara.
SPEAKER_02Talvez os pais devessem ajudar os filhos a entender os perigos como usuário, aprender a mexer como usuário.
SPEAKER_03Isso todo mundo. Todo mundo. Isso todo mundo. Quem tem, mas aí vai da individualidade, não dá para generalizar. O problema desse negócio da profissão do futuro é que a gente tenta generalizar. Andaya, a gente faz previsões that are more tortas. Livro de papel vai acabar, caderno will acabar, caneta vai acabar. This too era moda initial. And it concretized. And a gente will vive the same thing. There are a lot of people who do especialist in A and prevision for the future.
SPEAKER_02It's a ferramentable, a gentleman approach and the básically, because it would facilitate our life. When is that a IA pode te ajudar? The tempo que eu perco pra fazer um slide no Gamo, ele faz em sei lá, quanto tempo. Então, acho que a gente deveria conseguir ajudar as crianças e os adolescentes a entender os benefícios e os malefícios. O que você faria? O que você daria de dizer?
SPEAKER_03Se o seu filho tá na educação infantil, eu acho que não tá na hora de falar desse assunto.
SPEAKER_02Esquece.
SPEAKER_03Leva pra passear, joga bola, compra massinha, canta música, lê livro. Vai fazer outra coisa. Educa, forma hábito, higiene, sono, ordem. Segue nesse caminho que vai dar bom pra caramba. Se o seu filho tá ali mais ou menos em idade de fundamental, fundamental anos iniciais, principalmente, vale a pena conversar, vale a pena falar que, olha, muita coisa que você vai ver aí, que seus amigos vão mostrar pra você. Não é bem assim. Hoje existe uma forma de você criar fotos, existe uma forma de você criar vídeos de coisas que não são reais.
SPEAKER_00É um alerta, né?
SPEAKER_03É um alerta, né? Conforme ele vai chegando ali no Fundamental 2, aí já vale a pena explicar com um pouquinho mais de profundidade como é que aquilo funciona. Não precisa entrar na parte técnica ainda do negócio, mas já vale a pena aprofundar um pouquinho mais. Isso aqui é isso, isso aqui funciona assim, isso aqui é um chatbot, isso aqui é um modelo de linguagem, isso aqui gera imagem, isso aqui gera apresentação. A gente já tem vários alunos aqui que usam, né? Teve feira de projeto ano passado e tinha umas duas apresentações com o Gama já. E eu falei, e essa apresentação aí, vocês fizeram só o layout no Gama ou o texto também é do Gama? Dá aquela gaguejada, né? Falei, ah, dá pra perceber ainda, tá? Ainda dá pra perceber, não tá tão bom assim now. E é por aí. Quando eles estão no médio, que é justamente o que a gente faz hoje com eles aqui, a gente faz essa parte mais de letramento em A. Aí vale a pena aprofundar um pouquinho mais. Porque eles já estão numa fase de definir carreira, eles já estão numa fase de definir interesse. Então, ali, depois dos 14 anos, é uma idade onde, em todas as áreas da vida, especialização começa a fazer sentido. Seja intelectual, seja de alguma aptidão física, seja de algum talento artístico. Até os 14, 15 anos, se seu filho canta, toca teclado, desenha, joga vôlei, tá estudando design, tá interessado em jogo. Cara, legal pra caramba. A variedade é reina nessa fase. Ele tem que ver muita coisa, ele tem que experimentar muita coisa, ele tem que criar repertório pra entender o que ele gosta, pra entender o que no mundo faz sentido pra ele. Óbvio, orientado, acompanhado, não vai largar, mas incentiva. Quando você começa, ali, 14, 15 anos, a perceber que ele tem já algumas preferências, que ele é mais focado em algumas coisas, aí também tá no teu papel de mãe ou de pai de chegar e falar, então beleza, então vamos investir nesse negócio aqui. Então vamos começar a priorizar. E aí o que é priorizar? Priorizar é dizer não para o resto. É escolher não fazer coisas. Então não é só fazer mais daquilo que é a prioridade. É começar a tirar outras coisas que estão demandando atenção e energia do que pode ser uma prioridade para aquela criança. So, para a maioria absoluta, a prioridade nessa idade vai ser passar numa universidade, ir bem no Enem e tal. Mas você pode ter ali ainda um interesse secundário, que aí pode ser num esporte, pode ser na dança, pode ser no desenho, pode ser na programação, pode ser em uma outra área que vale a pena você focar. Então é legal, é legal ele ter esse entendimento mais profundo de alguma coisa que está muito na mídia, que está muito em evidência, para que ele possa olhar aquilo e falar, opa, é isso aqui. Então, aqui na aula que a gente está dando para eles, a gente começa contextualizando, fala da história, fala dos tipos, e aí cria uma imagem muito legal na cabeça deles, do que é, do que é a real possibilidade da tecnologia, o que a tecnologia ainda não faz, como é que você usa bem, como é que você usa mal, quais são os riscos, e aí a gente já entra um pouco mais na parte técnica para eles saírem com um entendimento básico consolidado. E aí já tem condição de entender. Quero mais disso, isso aqui faz sentido pra mim, vou seguir. Ah, não, odiei, achei chato, achei não sei o quê. Entendi como é que faz, não vou cair em pegadinha de WhatsApp, but pra mim não é isso.
SPEAKER_02So it's a fase boa that's a possibility dele ou se especializar ou falar, não é pra mim. Exatamente.
SPEAKER_03Exatamente. So I think a particular 14, 15 years, incentivar your kid to enter melhor comes function a IA generativa, comes as I preditives function no dia a dia da gente, I ask it faz mais sentiment.
SPEAKER_02Mais I ask. If there's alguma dúvida sobre IA, ou sobre. É, sobre A. Ou sobre qualquer outra coisa relacionada à educação, bota nos comentários, manda pra gente no Instagram, pode ser, né?
SPEAKER_03Pode ser.
SPEAKER_02Pra gente conseguir responder pra vocês. Não esqueçam que o Luciano deu um desafio pra vocês.
SPEAKER_03O que mudou? Você assistiu o episódio inteiro, você percebeu o que mudou aqui?
SPEAKER_02Conta pra gente aí também.
SPEAKER_03Coloca aí nos comentários, deixa a sua curtida, manda esse episódio pra alguém que precisa entender melhor como é que funciona a inteligência artificial.
SPEAKER_02Até a próxima.
SPEAKER_03Até a próxima. Obrigado, Gabi. Obrigado, pessoal. Um abraço, fiquem com Deus.